Sucessão em empresas familiares: legado, técnica e clareza

Passar o bastão exige mais do que confiança, exige estrutura. As empresas familiares representam mais de 90% dos negócios brasileiros e respondem por uma parte significativa do PIB.Mas a transição entre gerações ainda é um dos momentos mais delicados da gestão empresarial.A sucessão, quando mal planejada, põe em risco não apenas o patrimônio, mas o próprio propósito da empresa. O desafio da continuidade Muitas famílias confundem sucessão com substituição.Mas sucessão é processo, não evento.Ela envolve diálogo, governança, clareza societária e entendimento contábil do valor do negócio.A ausência de estrutura, tanto jurídica quanto emocional, é o que transforma transições em rupturas. Um plano sucessório eficaz começa pelo laudo de avaliação contábil, que determina o valor do patrimônio de forma técnica e imparcial.Esse documento dá base às negociações, reduz conflitos e orienta decisões de reorganização. Governança como linguagem entre gerações A transição bem-sucedida exige um modelo de governança que una gerações em torno de princípios, não de cargos.A clareza sobre papéis, responsabilidades e critérios de decisão evita disputas e protege o legado. Famílias que tratam a sucessão com a mesma seriedade que tratam o negócio criam empresas mais resilientes, com estrutura profissional e propósito preservado.Porque o maior desafio da herança não é material é a coerência entre valores e gestão. O patrimônio que mais se perde nas transições é o da confiança.E ele só se preserva com clareza. Conclusão Sucessão não é o fim de uma história é o início de outra, com novos protagonistas e responsabilidades compartilhadas.Empresas familiares que unem técnica contábil, diálogo e planejamento jurídico constroem continuidade com propósito.O legado só é sustentável quando é compreendido.E compreender, nesse caso, é o ato mais nobre da gestão.
Energia renovável: o Brasil no espelho do mundo

A transição energética global avança e o Brasil tem tudo para liderar. Nos últimos anos, a matriz energética mundial vem se redesenhando.Enquanto países ainda equilibram sua dependência de combustíveis fósseis, o Brasil desponta como um dos mercados mais promissores em energia limpa — com 93% da geração elétrica proveniente de fontes renováveis, segundo a EPE. Mas o desafio agora não é apenas produzir energia verde.É financiar, auditar e comprovar sua sustentabilidade de forma transparente, alinhada às exigências globais de governança e investimento responsável. O cenário mundial da transição A Europa e a Ásia aceleram políticas de descarbonização, enquanto os Estados Unidos avançam com incentivos fiscais bilionários.O Brasil, embora à frente na participação de fontes renováveis, ainda precisa avançar em infraestrutura, transmissão e certificação ESG. O mercado internacional exige dados auditáveis de impacto ambiental e social, e isso coloca a contabilidade e a asseguração no centro do debate energético.Não basta gerar energia limpa, é preciso provar, com métricas confiáveis, que ela é realmente sustentável. A expansão das fontes limpas A energia solar cresce mais de 40% ao ano no Brasil; a eólica já responde por mais de 15% da matriz.Novos projetos de hidrogênio verde e biomassa consolidam o país como polo de inovação energética.Mas a expansão exige maturidade contábil, planejamento financeiro e transparência em contratos de financiamento. A integração de relatórios ESG (em linha com IFRS S1 e S2) se tornará obrigatória para investidores e órgãos reguladores, impulsionando uma nova era de credibilidade e comparabilidade internacional. A energia do futuro será limpa, mas o que a tornará confiável será a transparência de seus números. Conclusão O Brasil já tem vocação renovável.O próximo passo é transformar essa vocação em liderança global: unindo técnica, regulação e responsabilidade.O avanço energético não será apenas tecnológico, mas também contábil: quem mede bem, lidera melhor.
Varejo inteligente: dados, comportamento e o novo mapa das decisões

O varejo deixou de vender produtos — agora vende entendimento. A revolução digital transformou o varejo em uma arena de dados.Cada clique, cada compra, cada abandono de carrinho gera informações que redesenham o comportamento do consumidor.Mas o desafio não é mais coletar dados, é interpretá-los com inteligência e ética. O varejo inteligente surge dessa transição: lojas físicas e digitais integradas, decisões em tempo real e estratégias baseadas em análise preditiva.O sucesso depende menos da vitrine e mais da clareza sobre quem está do outro lado da tela. O novo consumidor e o dado como ativo O cliente contemporâneo é múltiplo: ele compra online, compara no celular e retira na loja.Cada interação gera dados que, quando bem tratados, se tornam ativo estratégico de negócio.Mas sem governança, esses dados podem virar risco: inconsistências, vazamentos e manipulação indevida corroem reputações. O varejo do futuro exigirá controles financeiros e contábeis integrados à proteção de dados e à conformidade com a LGPD.O dado deixa de ser apenas marketing, passa a ser patrimônio. Eficiência e ética no mesmo algoritmo As ferramentas de IA e analytics trazem agilidade, mas também novas responsabilidades.Saber o que o cliente quer é poder, e todo poder requer governança, transparência e rastreabilidade.Os relatórios financeiros agora convivem com métricas de confiança e engajamento, exigindo novos modelos de análise e asseguração. O varejo inteligente não é o que sabe tudo sobre o cliente, mas o que sabe usar o que sabe com consciência. Conclusão O varejo entrou na era da inteligência ética.A tecnologia organiza o consumo, mas é a clareza de propósito que sustenta a confiança.E as empresas que compreenderem que dados são mais delicados que valiosos estarão sempre à frente
Indústria 5.0: o encontro entre automação e consciência

Depois da automação, vem a cooperação. A indústria está atravessando uma nova revolução e, desta vez, ela não é feita apenas de máquinas.A Indústria 5.0 nasce do equilíbrio entre automação e consciência: a tecnologia deixa de substituir pessoas e passa a trabalhar ao lado delas, potencializando o raciocínio humano. Robôs inteligentes, sistemas ciberfísicos e algoritmos preditivos já fazem parte da rotina industrial.Mas o que realmente diferencia essa nova etapa é a humanização da automação, uma revolução silenciosa que une precisão técnica, ética e sustentabilidade. O que é a Indústria 5.0 Se a Indústria 4.0 representou a automação total, a 5.0 representa a integração sensata entre humanos e máquinas.Ela se baseia em três eixos principais: A máquina executa, mas é o profissional que interpreta.E é nessa interdependência que reside o verdadeiro avanço. O impacto sobre a contabilidade e a governança Com a digitalização das operações, o controle contábil e a auditoria precisam se adaptar ao fluxo contínuo de dados.Os relatórios de custos, depreciação e estoques passam a refletir informações automatizadas, exigindo processos de asseguração digital e rastreabilidade em tempo real. A Indústria 5.0, portanto, amplia a função do contador e do auditor: eles passam a ser intérpretes da automação.A precisão deixa de estar apenas na máquina; ela precisa estar também na leitura do profissional que a supervisiona. A tecnologia executa.Mas é o raciocínio humano que dá sentido. Conclusão A Indústria 5.0 é o reencontro entre inteligência técnica e sensibilidade humana.Ela reafirma que inovação não é só avanço tecnológico, é também consciência sobre como aplicá-lo.E a excelência, daqui em diante, será medida não apenas em eficiência, mas em discernimento.
Tecnologia no Agronegócio: da gestão de safra à gestão de dados

O campo deixou de produzir apenas alimento — agora produz informação. O agronegócio brasileiro vive uma transformação silenciosa e profunda.A inovação tecnológica, antes concentrada em maquinários e biotecnologia, agora se estende à inteligência de dados, automação e integração digital das cadeias produtivas. O resultado é um novo modelo de operação: o campo conectado, em que cada hectare se torna uma unidade de informação.A produtividade não é mais apenas física, é informacional.E o desafio deixa de ser colher bem, para também mensurar, prever e decidir com base em dados confiáveis. A agricultura como indústria de informação O avanço das agtechs e das tecnologias de precisão transformou o agro em um dos setores mais digitalizados do país.Sensores instalados em colheitadeiras, drones sobrevoando lavouras, satélites monitorando umidade do solo e plataformas integradas de gestão financeira são hoje parte da rotina de fazendas de todos os portes. Essas tecnologias geram um novo ativo: dados estruturados sobre o desempenho agrícola e financeiro.Eles permitem prever safra, otimizar insumos e reduzir desperdícios, tudo em tempo real.Mas com a abundância de dados surge uma exigência maior: governança e integridade informacional. O novo campo é digital.Mas o valor continua nas mãos de quem entende o que os números significam. Gestão financeira e contábil no agro A automação também alcançou a contabilidade e o controle financeiro rural.Sistemas conectam custos de insumo, produtividade, câmbio e fluxo de caixa, permitindo planejamento tributário e contábil com precisão inédita.Essa visibilidade facilita acesso a crédito e parcerias porque o dado confiável é a nova forma de garantia. Mas a transformação digital traz consigo novas demandas: o tratamento contábil dos ativos biológicos (CPC 29), o reconhecimento de receitas (CPC 47) e a rastreabilidade de informações ambientais.O produtor que dominar a linguagem dos dados e souber comprovar tecnicamente seus resultados, terá vantagem competitiva sustentável. Conclusão O agronegócio brasileiro entrou em uma nova era — a da gestão de dados.A tecnologia está redefinindo produtividade, transparência e tomada de decisão.E o futuro do setor dependerá menos da terra que se planta e mais da clareza com que se lê o próprio negócio.
Cenário contábil 2025–2030: o que os próximos anos exigirão dos líderes financeiros

O contador e o auditor estão no centro da transformação, não na margem dela. O mundo corporativo atravessa uma década decisiva.A convergência entre tecnologia, sustentabilidade e regulação está redesenhando o papel das áreas contábil e financeira.De 2025 a 2030, as empresas não serão medidas apenas pelo lucro que geram, mas pelo nível de governança, transparência e coerência de suas informações. Essa nova realidade exige líderes financeiros preparados para pensar em múltiplas dimensões econômica, digital, ética e humana.A contabilidade não está apenas acompanhando essa transformação: ela é o alicerce dela. Tendências que moldam o futuro da contabilidade e da asseguração Três grandes forças impulsionam as mudanças no horizonte contábil: 1. Tecnologia como extensão do julgamento profissional A automação e a inteligência artificial já não são promessa, são padrão.Mas, paradoxalmente, quanto mais tecnologia, mais humano se torna o papel do profissional contábil.O que diferencia não é o acesso à ferramenta, e sim a capacidade de interpretar e contextualizar os dados. A contabilidade passa de operacional para estratégica, e o auditor passa de fiscalizador para curador da integridade da informação. 2. Sustentabilidade como parte da linguagem contábil A convergência entre relatórios financeiros e ESG é irreversível.Com a adoção crescente das normas IFRS S1 e S2, o contador assume a responsabilidade de mensurar impactos ambientais e sociais com a mesma precisão dos financeiros. A sustentabilidade deixou de ser uma nota explicativa para se tornar um capítulo central nas demonstrações.E os líderes financeiros precisarão dominar essa nova gramática de valor. 3. Regulação e ética em um ambiente globalizado A intensificação de regulações internacionais sobre tributação, relatórios digitais e transparência de dados, está nivelando o mercado global.Isso significa que as práticas locais precisam dialogar com padrões internacionais, e que o profissional do futuro será, inevitavelmente, um cidadão regulatório do mundo. Nesse contexto, a ética deixa de ser um diferencial e passa a ser uma competência técnica.A integridade se tornará o novo critério de performance. O novo perfil dos líderes financeiros Entre 2025 e 2030, o mercado exigirá líderes capazes de unir quatro atributos essenciais: O futuro da liderança contábil será menos sobre títulos e mais sobre discernimento. De compliance a relevância estratégica Nos próximos anos, o contador que apenas “cumpre obrigações” será substituído por aquele que antecipa cenários e sustenta decisões.O mesmo vale para empresas: quem trata a contabilidade apenas como dever, continuará presa ao passado.Quem a trata como instrumento de clareza e visão, moldará o futuro. A área financeira será o elo entre a estratégia e a realidade, entre o discurso e os dados.E a credibilidade será a nova moeda corporativa. Conclusão De 2025 a 2030, a contabilidade deixará definitivamente de ser o espelho do passado para se tornar a bússola do futuro.Os líderes financeiros que prosperarem serão aqueles capazes de unir técnica, ética e tecnologia, em uma mesma linha de raciocínio. Na BSTM, acreditamos que o conhecimento contábil não apenas acompanha o mundo dos negócios, mas o interpreta, organiza e projeta — com precisão e propósito.
Inovação contábil: IA, blockchain e o futuro da asseguração

A contabilidade sempre buscou mensurar com precisão o que é mensurável. Agora, avança para compreender o que ainda não era visível. As transformações tecnológicas estão redefinindo o papel do contador e do auditor.Ferramentas de inteligência artificial, blockchain, automação e análise de dados estão mudando o modo como a informação financeira é gerada, verificada e interpretada. O resultado é um novo paradigma: a asseguração deixa de ser um processo periódico e passa a ser contínua.A contabilidade, por sua vez, deixa de apenas relatar o que aconteceu, e começa a antecipar riscos e oportunidades com base em dados em tempo real. Da escrituração à inteligência contábil A contabilidade sempre foi uma linguagem estruturada de confiança.Mas o volume e a velocidade das informações ultrapassaram o modelo tradicional de escrituração e conciliação manual. Hoje, algoritmos são capazes de: Essa automação libera o profissional contábil do trabalho repetitivo e o reposiciona no centro estratégico da decisão: não mais quem processa o dado, mas quem interpreta seu significado. O contador do futuro não é substituído pela máquina é amplificado por ela. Blockchain: a nova camada de confiança O blockchain trouxe uma inovação silenciosa, porém revolucionária: a eliminação da necessidade de intermediários para validar transações.Na contabilidade, isso significa livros digitais imutáveis, com registros que não podem ser alterados sem rastreabilidade. As aplicações práticas já estão em curso: Esse novo ecossistema reduz o risco de fraude, aumenta a transparência e cria uma camada adicional de segurança para a asseguração independente.O auditor passa a trabalhar com evidência nativa e não reconstruída. Inteligência preditiva e asseguração contínua A integração entre IA e sistemas contábeis está permitindo que a asseguração aconteça de forma dinâmica.Em vez de revisar amostras após o fechamento do exercício, os auditores agora podem acompanhar fluxos e exceções enquanto elas ocorrem. Imagine um ambiente onde: Isso não substitui o julgamento humano, o aprimora.A tecnologia cuida da rastreabilidade, mas o ceticismo profissional continua sendo a âncora da verdade. Ética e responsabilidade no uso da tecnologia Com tanto poder analítico à disposição, surge um novo desafio: manter a ética e a confidencialidade.A IA é tão confiável quanto os dados que recebe e o viés humano pode ser replicado em algoritmos se não houver controle. Por isso, a inovação contábil exige não apenas domínio técnico, mas consciência sobre governança de dados, privacidade e transparência algorítmica.É uma revolução que precisa ser conduzida com propósito. A tecnologia acelera.A ética direciona. Conclusão A contabilidade e a auditoria estão diante da maior transformação de sua história.A inteligência artificial e o blockchain não ameaçam o papel do profissional, elevam seu impacto.A asseguração se torna contínua, os dados ganham voz e a informação contábil se aproxima do tempo real. Na BSTM, acreditamos que inovação e integridade são indissociáveis: não há tecnologia capaz de substituir o julgamento humano,mas há muitas capazes de torná-lo ainda mais preciso.
Finanças sustentáveis e ESG: o novo idioma da contabilidade corporativa

Sustentabilidade agora é número e precisa caber no balanço. Durante muito tempo, sustentabilidade foi vista como discurso.Hoje, ela é parte da linguagem contábil moderna, integrada a relatórios, decisões e demonstrações financeiras.O ESG (ambiental, social e de governança) deixou de ser promessa e passou a ser métrica. Com o avanço dos padrões IFRS S1 e IFRS S2, as empresas são agora chamadas a demonstrar como riscos e oportunidades ambientais e sociais afetam o valor econômico.E é nesse ponto que a contabilidade se torna o tradutor oficial da responsabilidade corporativa. Mas, junto com a evolução, vieram também as distorções: práticas de greenwashing, greenhushing e greenwishing — três faces diferentes de um mesmo problema: a incoerência entre discurso e ação. ESG e o papel da contabilidade na nova economia As finanças sustentáveis criaram um novo campo para a profissão contábil:mensurar, validar e assegurar dados que antes pertenciam ao terreno das relações públicas. Os auditores e contadores passaram a atuar como garantes da credibilidade das informações ESG, avaliando controles, registros e políticas que sustentam as divulgações ambientais e sociais. O que antes era reputação agora é dado contábil.E dado contábil precisa ser rastreável. Esse movimento é positivo, mas também trouxe riscos.Em um mercado cada vez mais atento à integridade da informação, a má comunicação sobre sustentabilidade pode ser tão danosa quanto a ausência dela. Os três riscos da era ESG 1. Greenwashing — quando o discurso supera a prática O greenwashing ocorre quando uma empresa projeta uma imagem ambientalmente responsável sem base real nas suas operações.Não é uma prática nova, mas se tornou mais sofisticada à medida que as exigências de relato ESG cresceram. Exemplos recentes: Esses casos revelam um ponto sensível: quando o marketing fala mais alto que os números, a confiança do mercado se perde e leva tempo para ser reconstruída. 2. Greenhushing — quando o medo cala resultados reais No outro extremo, o greenhushing surge quando empresas preferem não divulgar suas ações ESG, por receio de críticas, comparações ou questionamentos públicos.Elas fazem, mas não contam. Esse comportamento cria outro tipo de risco: a falta de transparência.Sem dados públicos, não há como avaliar impacto, evoluções ou práticas.E o silêncio, em sustentabilidade, soa tão suspeito quanto o exagero. 3. Greenwishing — quando o ideal não encontra o método O greenwishing representa o excesso de ambição sem lastro técnico.Empresas anunciam metas de carbono zero ou impacto neutro em prazos irrealistas, sem base contábil, científica ou operacional que sustente o compromisso. Não é má-fé, é entusiasmo mal medido.Mas, quando as promessas se tornam impossíveis de cumprir, a consequência é a mesma: desconfiança e perda de credibilidade. A boa meta ESG é aquela que cabe no balanço.Sonhar é válido desde que venha acompanhado de evidência. O papel da contabilidade na defesa da integridade ESG Os riscos de discurso sustentável excessivo ou ausente só serão superados com métricas técnicas e asseguração independente.Isso significa: Esse é o papel mais moderno da contabilidade: proteger a veracidade do discurso sustentável. Conclusão Sustentabilidade não é mais um apêndice, é parte da estrutura de valor de qualquer empresa.Mas, como todo valor, ela precisa ser comprovável e auditável.O verdadeiro risco hoje não está em errar, e sim em parecer certo sem estar preparado para provar. Por isso, finanças sustentáveis não são apenas sobre meio ambiente, mas sobre integridade, coerência e rastreabilidade. A contabilidade do futuro não será apenas financeira. Será também ética.